Himawari Mangás ~ O jardim dos Mangás

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Aleluia! Mangás ;D

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~ Olá pessoal!
Ufa, finalmente capítulos de mangás *~*
Desculpem pelo transtorno, mas as voltas às aulas foram um tanto "loucas", principalmente pra mim,
que voltei depois de 1 ano para a faculdade, e entro numa sala do 8° período de Psicologia sem conhecer ninguém ._."
Mas já fiz amizades e estou entrosado 8D


Estou trazendo:

* Are You Alice capítulo 04 e o capítulo 05

* Life capítulo 05 (Em parceria com o MangáDream)

* Limit capítulo 01: parte A / parte B ~ Novo mangá de Suenobu Keiko, APROVEITEM, exclusivo aqui no Himawari!
Mangá super novo no japão, que conta a história de um grupo de estudantes que lutam para sobreviver
em uma floresta quando um ônibus que as levava para um acampamento cai num barranco. Contém cenas fortes ok?

* Kaichou wa meido-sama capítulo 06 / capítulo 07 / capítulo 08 ~ Todos do volume 2!

* Kizu capítulo 01 ~ Lançamento!

Bem, mais capítulos virão assim que ajeitarmos aquela confusão que deu em nosso server ok? Comentem e aproveitem!

 

PROMOÇÃO!!!

A equipe do Himawari resolveu presentar um leitor do nosso site!

Os 15 primeiros leitores que comentarem neste post participarão de um sorteio pelo random.org, onde UM sortudo ganhará um Webmail ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) com 500MB de espaço.

Regulamento básico:

- Staff e seus aliados não poderão participar;
- serão considerados os comentários no post do dia 09 de fevereiro de 2010;
- apenas 1 comentário por pessoa será aceito;
- só vale aqueles que comentarem e deixarem o email para contato no post, e não no formulario de email, caso contrario será desclassificado de imediato.
- o ganhador terá 500 Megas de espaço para email, a senha do mesmo será definida pelo admin, sendo assim a mesma escolhida pela ganhador
- em caso de que algum dia o domínio feche/seja substituído por outro, não é dever de alguém da equipe avisar para backup dos emails ali contidos.

- o resultado sairá no próximo post de mangás (caso este post atinja o número de comentários esperado;
caso contrário, sairá num terceiro post onde conterão os participantes deste post e do seu sucessor)

PS: O sortudo receberá um contato do Himawari no email deixado quando participar. A senha para o uso do email do Himawari será definida por mim juntamente do ganhador, uma vez que nosso servidor só permite este tipo de acesso.

PARTICIPEM! BOA SORTE A TODOS!

Fabricio~Raito e equipe

 

O que é Manga ? 3º parte

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Olá pessoal,

Hoje eu não vou me estender muito. Vou falar um pouco das lojas de mangá no Japão e também dos mangas e as editoras no Brasil ! Boa leitura e COMENTEM !!

 

Loja de mangá no Japão.

Uma das revistas mais famosas é a Shonen Jump da editora Shueisha. Ela publicou clássicos como Dragon Ball, Saint Seiya (ou Cavaleiros do Zodíaco), Yu Yu Hakusho e continua publicando outra séries conhecidas como Hunter x Hunter, Naruto, One Piece,Bleach e Death Note. Existem também outras revistas como a Champion Red mensal (Akita Shoten), que publica Saint Seiya Episode G (Cavaleiros do Zodíaco Episódio G), a Shonen Sunday semanal (Shogakukan), que publicava InuYasha, e a Afternoonmensal (Kodansha). Entre outras, podem-se citar também a Nakayoshi (Kodansha), revista de shoujo famosa que publicou entre outros Bishoujo Senshi Sailor Moon e Sakura Card Captors, e a Hana to Yume (Hakusensha) que publica Hana Kimi e Fruits Basket. Há também os fanzines e dōjinshis que são revistas feitas por autores independentes sem nenhum vínculo com grandes empresas. Algumas dessas revistas criam histórias inéditas e originais utilizando os personagens de outra ou podem dar continuidade a alguma série famosa. Esse tipo de produto pode ser encontrado normalmente em eventos de cultura japonesa e na internet. O Comiket (abreviação de comic market), uma das maiores feiras de quadrinhos do mundo com mais de 400.000 visitantes em três dias que ocorre anualmente no Japão, é dedicada ao dōjinshi.

 

No Brasil

A popularidade do estilo japonês de desenhar é marcante, também pela grande quantidade de japoneses e descendentes residentes no país. Já na década de 1960, alguns autores descendentes de japoneses, como Júlio Shimamoto, Minami Keizi e Claudio Seto, começaram a utilizar influências gráficas, narrativas ou temáticas de mangá em seus trabalhos. O termo mangá não era utilizado, mas a influência em algumas histórias tornou-se óbvia. Alguns trabalhos também foram feitos nos anos 80, como o Super-Pinóquio de Claudio Seto, o Robô Gigante de Watson Portela pela Grafipar e o Drácula de Ataíde Braz e Neide Harue pela Nova Sampa.

Embora a primeira associação relacionada a mangá, a Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, tenha sido criada em 3 de fevereiro de 1984, o "boom" dos mangás no Brasil aconteceu por volta de dezembro de 2000, com o lançamento dos títulos Samurai X, Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco pelas editoras JBC e a Conrad (antiga Editora Sampa).

Esses, porém, não foram os primeiros a chegar ao território brasileiro. Alguns clássicos foram publicados nos anos 80 e começo dos anos 90 sem tanto destaque, como Lobo Solitário em 1988 pela Editora Cedibra, primeiro mangá lançado no Brasil, Akira pela Editora Globo, Crying Freeman, pela Editora Sampa, A Lenda de Kamui (Sanpei Shirato) e Mai - Garota Sensitiva pela Editora Abril, Cobra e Baoh pela Dealer e Escola de Ninjas (Ben Dunn) pela Nova Sampa. Porém, a publicação de vários títulos foi interrompida e o público brasileiro ficou sem os mangás traduzidos por vários anos. Existiram ainda edições piratas de alguns mangás[carece de fontes]. O mais famoso foi Japinhas Safadinhas lançado em nove edições pela "Bigbun" (selo erótico da Editora Sampa) . O mangá era uma versão sem licenciamento de Angel de U-jin.

 

O movimento voltou a produzir frutos nos anos 90. Com a inconstância do mercado editorial brasileiro, existe pelo menos uma revista nacional no estilo mangá que conseguiu relativo sucesso: Holy Avenger. Além deste há também outras publicações bastante conhecidas pelos fãs de mangá, como Ethora, Combo Rangers, Oiran e Sete Dias em Alesh do Studio Seasons, e a antiga revista de fanzines Tsunami. Atualmente os quadrinhos feitos no estilo mangá, tirando algumas exceções, como as citadas acima, se baseia em fanzines. Em 2008 a Maurício de Sousa Produções lançou Turma da Mônica Jovem, versão adolescente da Turma da Mônica, em 2009 a Ediouro Publicações lançou a revista Luluzinha Teen e sua Turma.

 

Em outros países

Há muito tempo o estilo tem deixado sua influência nos quadrinhos e nas animações no mundo todo. Artistas americanos de quadrinhos alternativos como Frank Miller foram de alguma maneira influenciados em algumas de suas obras. As influências recebidas dos mangás japoneses ficaram mais evidentes com a minissérie Ronin (1983).

Outros artistas como os americanos Brian Wood, Adam Warren, Ben Dunn (autor de Ninja High School), Fred Gallagher (autor de Megatokyo) e Becky Cloonan (autor de Demo) e o canadense O'Malley (autor de Lost At Sea) são muito influenciados pelo estilo e têm recebido muitos aplausos por parte da comunidade de fãs de fora dos mangás. Estes artistas têm outras influências que tornam seus trabalhos mais interessantes para os leigos nesta arte. Além disso, eles têm suas raízes em subculturas orientais dentro de seus próprios países.

Histórias em quadrinhos americanas que utilizam a estética dos mangás, são constantemente chamados de OEL Manga (Original English-Language mangá) ou Amerimanga.

O americano Paul Pope trabalhou no Japão pela editora Kodansha na revista antológica mensal Afternoon. Antes disso ele tinha um projeto de uma antologia que seria mais tarde publicada nos Estados Unidos — a Heavy Liquid. O resultado deste trabalho demonstra fortemente a influência da cultura do mangá em nível internacional.

Na França existe o movimento artístico, descrito em manifesto como la nouvelle manga. Esse foi iniciado por Frédéric Boilet através da combinação dos mangás maduros com o estilo tradicional de quadrinhos franco-belgas. Enquanto vários artistas japoneses se uniam ao projeto outros artistas franceses resolveram também abraçar essa idéia.

Na Coréia do Sul atualmente podemos observar um movimento em direção aos mangás muito forte. Os manhwas coreanos e manhuas chineses têm atingido vários países pelo globo. Um exemplo claro de manhwas no Brasil são algumas histórias de sucesso como Ragnarök e Chonchu.

Além de tudo isso, é bastante comum encontrar histórias on-line de vários países nesse estilo e até ilustrações mais corriqueiras como das relacionadas à publicidade.

 

 

Fonte de Pesquisa: Wikipédia


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edit do Amido: olá pessoal a quanto tempo não falo com vocês né? então depois de um tempo, tive a cara de pau de mudar o layout de natal, pois o natal já passou a a mais de 1 mês >_<

devido a problemas pessoais nossa Site Designer, Angel Manini, está ausente, e ficamos sem layout nessa nova temporada do Himawari. apreciem este novo layout by Kitsune e & Amido [só estamos adaptando o banner o/]

 

O que é Manga ? 2º parte

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Continuando com minhas materias sobre mangá, trago mais algumas informações, que acho que a maioria conhece, mas que fazem muita diferença no final...

 

 

Estilos

Para os japoneses as histórias em quadrinhos são leitura comum de uma faixa etária bem mais abrangente do que a infanto-juvenil. A sociedade japonesa é ávida por leitura e em toda parte vê-se desde adultos até crianças lendo as revistas. Portanto, o público-consumidor é muito extenso, com tiragens na casa dos milhões e o desenvolvimento de vários estilos para agradar a todos os gostos. Por isso os mangás são comumente classificados de acordo com seu público-alvo. Histórias onde o público alvo são meninos — o que não quer dizer que garotas não devam lê-los — são chamados de shounen (garoto jovem, adolescente, em japonês) e tratam normalmente de histórias de ação, amizade e aventura. Histórias que atualmente visam meninas são chamadas de shoujo (garota jovem em japonês) e têm como característica marcante as sensações e sensibilidade da personagem e do meio (também existem garotos que leem shojo.). Além desses, existe o gekigá, que é uma corrente mais realista voltada ao público adulto (não necessariamente são pornográficos ou eróticos) e ainda os gêneros seinen para homens jovens e josei para mulheres. Os traços típicos encontrados nas histórias cômicas (olhos grandes, expressões caricatas) não são encontrados nessa última corrente. Existem também os pornográficos, apelidados hentai. As histórias yuriabordam a relação homossexual feminina e o yaoi (ou Boys Love) trata da relação amorosa entre dois homens, mas ambos não possuem necessariamente cenas de sexo explícito.

E dentro de cada um desses Estilos principais, existem dezenas de "Sub-estilos", nas proximas materias abordarei cada estilo principal e alguns de seus sub-titulos.

 

Formato

A ordem de leitura de um mangá japonês é a inversa da ocidental, ou seja, inicia-se da capa do livro com a brochura à sua direita (correspondendo a contracapa ocidental), sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Alguns mangás publicados fora do Japão possuem a configuração habitual do Ocidente.Além disso, o conteúdo é impresso em preto-e-branco, contendo esporadicamente algumas páginas coloridas, geralmente no início dos capítulos, e em papel reciclado tornando-o barato e acessível a qualquer pessoa. Os mangás são publicados no Japão originalmente em revistas antológicas. Essas revistas com cerca de 300 à 800 páginas são publicadas em periodicidades diversas que vão da semana ao trimestre. Elas trazem capítulos de várias séries diferentes. Cada capítulo normalmente tem entre dez e 40 páginas. Assim que atingem um número de páginas em torno de 160~200, é publicado um volume, chamado tankohon ou Tankōbon, no formato livro de bolso, que então contém apenas histórias de uma série. Esses volumes são os vendidos em diversos países dependendo do sucesso alcançado por uma série, ela pode ser reeditada em formato bunkoubon ou bunkouban (em japonês: 完全版?) (mais compacto com maior número de páginas) e wideban (em japonês:ワイド版?) (melhor papel e formato um pouco maior que o de bolso).

Poucos sabem mais o primeiro mangá no formato Bunkouban no Brasil foram os mangás de 'X', publicado pela JBC, foi o quarto manga da Clamp a sair aqui no Brasil, na época do seu lançamento, ele custava um pouco mais caro que os outros, mais também seu lançamento era mensal e não semanal. O versão brasileira está paralisada na edição 18, igualmente com a edição japonesa, já que as meninas da Clamp meio que esqueceram de ‘X’. Foram publicados alguns capítulos, mais o fãs estão ate hoje esperando sobre algo mais concreto.

 

 

Na próxima, falarei um pouco de como é o comercio de mangás no Japão e sobre revistas mais famosas. Se sobrar um pouco de espaço, falo também do mercado brasileiro e um pouco de cada uma das editoras que publicam mangas por aqui, e ate mesmo de uns e outros que tentam entrar na onda dos mangás.

 

Até a próxima... e ate lá ... COMENTEM !!

See ya o/

 


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